2º Acredite se quiser…

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Hoje estava em meu trabalho, um escritório de advocacia muito do entediante e resolvo ir na porta olhar o movimento enquanto tomava café.

É tempo de eleição e estava aquela poluição audiovisual na rua. Eis que uma placa de uns 2m cai em cima de uma moto de uma funcionária de uma loja aqui da frente.

A funcionária da loja, uma senhora muito compreensiva, sai com o punho até fechado tamanho amor em seu corpo. Grita com a mulher que deveria estar estava segurando a placa e tem a seguinte resposta: “vô levanta nada não”. PRONTO: armou o circo. A mulher da loja bem que tentou tirar a placa em cima da moto, mas foi em vão. (ri demais, hiUSIAUhaiHua) Então optou por extravasar: chutou tudo que tinha de placa ali por perto. (ri mais que da outra vez, huIASIUhasiuHAISUHHUa) Só parou quando chegou o supervisor do comitê, sei lá, e tirou a placa de cima da moto.

Isso tudo a 4 metros de mim. (H)

Moral da história: acho que o candidato da placa não vai ter o voto desta nobre senhora.

Acredite se quiser…

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1º Acredite se quiser…

2

Esses dias estava em meu trabalho, um escritório de advocacia muito do entediante, e apareceu um cliente. Já o tinha visto algumas vezes lá e tinha uma lembrança do seu sobrenome; só não me lembrava exatamente.

Me pediu para consultar o processo dele. Peguei o nome e não achava de modo algum o processo do infeliz. Mas ele tinha processo, pois já o tinha visto ali algumas vezes.

Eis que me  dá um lapso e lembro o nome do cara. Nome que não tinha nada a ver com o que ele tava me dando, aliás.

Perguntei: “escuta, o senhor não é ‘fulano de tal'”?
Ele: “ah, é verdade! Eu tava te dando o nome do meu primo. Olha como estou com a cabeça fraca!”
Tive que perguntar de novo: “mas o senhor não sabe nem o próprio nome mais?!”
Ele: “quando você tiver minha idade e for casado vai entender…”

Moral da história: pqp, sabia que mulher era coisa do maligno, mas que faz você até esquecer o próprio nome é demais.

Acredite se quiser…