As Dunas de Florianópolis

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Uma viagem para aprender que: “Nem tudo é o que parece (na TV)”.

Essa seria a segunda vez que vamos para capital, um bate-volta no mesmo dia. Como sempre uma viagem muito tranqüila e algumas dores nas pernas e um cansaço normal das horas sentadas. Carros não foram feitas para pessoas com estaturas mais altas, o banco apertado é desconfortável, o presidente da General Motors deve ter 160 centímetros no máximo, carros para cinco pessoas é na verdade para duas senão quiser ter uma massagem de joelhos nas costas.

Não tínhamos nenhum plano de viagem, (nunca fazemos mesmo) pois somos meio-desbravadores (de asfalto certamente, destruição das matas e caçada de índios vamos deixar para os bandeirantes) e gostamos das surpresas de descobrir novos lugares e não de ficar preso num roteiro específico.

Assim de um lado para outro ficamos observando a paisagem, eu via o que tinha do lado esquerdo na janela e meu irmão na direita, minha irmã via a surpreendente vista do asfalto na frente, isso quando seus olhos estavam abertos, a combinação de carro e movimento torna um potente sonífero para ela.

Até que meu pai se lembra de um programa da TV sobre umas dunas de areia em Florianópolis, uma idéia ao primeiro ver sensacional para todos, pensa em dunas já lembra dos lençóis maranhenses, aquelas cenas cinematográficas: areia branquinha, um reporte sorrindo passando a sensação de melhor coisa do mundo,  da alegria de descer de tobogã, a alegria maior de ver outro caindo, aquela brisa suave, o perfeito paraíso arenoso! Apesar de que não gosto muito de areia se aventurar parecia legal. Continuar lendo